quinta-feira, 10 de novembro de 2011

Pessoas muito brancas podem ter que tomar Vitamina D

 

Se você é tão branco quanto a Nicole Kidman, preste atenção: Provavelmente você precisa de suplementos de vitamina D.

Segundo pesquisadores britânicos, pessoas de pele muito branca, obviamente, não podem gastar muito tempo no sol sem ficarem queimadas – e isso significa que elas não estão recebendo luz solar suficiente para fazer uma quantidade adequada de vitamina D.

Das 1.200 pessoas estudadas, 730 tinham níveis muito baixos de vitamina D. Os cientistas descobriram que os níveis ideais de vitamina D ocorreram quando os participantes relataram seis horas por dia de exposição ao sol.

A quantidade ideal é 60nmol/L, mas, basicamente, níveis mais baixos significam que você está mais propenso a ter doença de coração, e menos propenso a sobreviver ao câncer de mama se desenvolvê-lo.

Segundo a principal autora do estudo, Julia Newton-Bishop, as pessoas de pele clara que vivem em climas como do Reino Unido (sem muito sol, com dias em sua maioria úmidos e cinzas) estão em um risco especial de nível de vitamina D muito baixo.
Você tomaria suplementos de vitamina D?

 

terça-feira, 8 de novembro de 2011

Hoje à noite asteróide passará mais próximo a Terra do que a Lua

A NASA já anunciou a hora aproximada em que o asteróide YU55 irá atingir o ponto mais próximo do nosso planeta, que de acordo com os cientistas, será às 21h28 (horário de Brasília). Segundo a NASA o asteróide irá passar a menos de 325 mil quilômetros da Terra, assim sendo, a uma distância inferior entre a Lua e a Terra.

Para quem anda preocupado com a possibilidade de uma colisão com a Terra, os cientistas afirmam que não há riscos desse fato acontecer nos próximos anos. A próxima vez em que esse corpo celeste passar pelo nosso planeta será no ano de 2028.

Esta aproximação de um asteróide com a Terra é a maior nos últimos 30 anos, fato que está causando muita curiosidade aos estudiosos e curiosos. Para tanto, quem quiser ver o ele passando deverá ter um telescópio.

O asteróide "será visto muito distante quando passar por aqui", disse Scott Fisher, diretor da Divisão de Astronomia da NSF. "Não será perceptível a olho nu. Será preciso um telescópio com lente de mais de 15 cm para vê-lo. Para tornar a observação ainda mais complicada, o asteróide se moverá muito rápido no céu quando passar", detalhou.

 

A Tabela Periódica ganha três novos elementos

Na última sexta-feira, três novos elementos foram aprovados e nomeados pela Assembléia Geral da União Internacional de Física Pura e Aplicada. Agora, a tabela periódica conta com os elementos 110, 111 e 112, darmstádio (Ds), roentgénio (Rg) e copernício (Cn).

Eles são tão grandes e instáveis que só podem ser feitos em laboratório, e se desfazem em outros elementos muito rapidamente.

Não se sabe muito sobre eles, uma vez que não são estáveis o suficiente para se fazerem experiências, e não são encontrados na natureza. Eles são chamados de elementos “super pesados”, ou transuranianos.

Copernício, o novo elemento 112, foi nomeado em homenagem ao astrônomo prussiano Nicolau Copérnico (1473-1543), o primeiro a sugerir que a Terra girava em torno do sol, e não o contrário. Os cientistas criaram um único átomo deste elemento extremamente radioativo em 9 de fevereiro de 1996, por esmagamento em conjunto de zinco e chumbo. Desde então, um total de cerca de 75 átomos de copernício foram criados e detectados. 10 anos após sua descoberta e experiências múltiplas, ele foi reconhecido como elemento 112.

O elemento 111, roentgénio, foi originalmente descoberto em 8 de dezembro de 1994, quando uma equipe criou três átomos do elemento. Ele foi nomeado em homenagem ao físico alemão Wilhelm Conrad Roentgen (1845-1923).

Já o Darmstádio, o novo elemento 110, foi sintetizado pela primeira vez em 9 de novembro de 1994, perto da cidade de Darmstadt. Foi descoberto por Peter Armbruster e Gottfried Münzenberg, sendo criado da quebra de um isótopo pesado de chumbo com o níquel-62, o que resultou em quatro átomos de darmstádio.

 

sexta-feira, 4 de novembro de 2011

NASA divulga iceberg do tamanho de Nova Iorque



De acordo com cientistas da NASA, em 2012 poderá haver a deriva de uma Nova Iorque no oceano. Como assim? Conforme dados estudados por cientistas da NASA, foi descoberta uma fissura numa geleira da Antártida, que segundo eles continua a aumentar ano após ano e dará origem em 2012, a um iceberg do tamanho da cidade de Nova Iorque.

Essa notícia foi publicada pela AFP, que ainda informou que a fissura na geleira de Pine Island, na parte ocidental da Antártida, mede cerca de 30 quilômetros de comprimento e 50 metros de profundidade.

Conforme os cientistas, a rachadura se dilata dois metros por dia e como se pode pensar, não é culpa do aquecimento global e sim resultado de um ciclo natural, ao qual produzirá um dos maiores blocos de gelo já visto no mundo, cerca de 800 quilômetros quadrados, isso estimativa de peritos em geleiras.

 

quinta-feira, 3 de novembro de 2011

Cinquenta cientistas estão debatendo uma nova definição da hora

Cinquenta cientistas de todo o mundo reúnem-se, hoje e amanhã, numa zona campestre a nordeste de Londres, para um debate sobre a nova definição do tempo, que poderá acabar com a referência do Tempo do Meridiano de Greenwich.

O Tempo do Meridiano de Greenwich (GMT) tornou-se como a referência mundial em 1884, após uma conferência em Washington. A nova definição, a decidir pelos cinquenta cientistas, propõe superar o tempo solar, que tem por base o movimento de rotação da Terra e é medido por astrônomos há mais de dois séculos, a partir do meridiano de Greenwich.

Contudo, há mais de 40 anos que o mundo não é regido pelo GMT. Em 1972, uma conferência mundial adotou o Tempo Universal Coordenado (UTC, em inglês) calculado através de relógios "atômicos", nos quais o segundo é definido pelo ritmo de oscilação de um átomo de césio.

O tempo atômico, mais preciso que o GMT, difere em algumas frações de segundo do tempo da rotação da Terra. Atualmente, para uma melhor coordenação com a rotação terrestre, é acrescentado, quase todos os anos, "um segundo intercalar". A conferência desta semana pretende suprimir esse segundo, abandonando a correlação com a hora GMT.

Os especialistas consideram que esta mudança de tempo é indispensável ao funcionamento das redes, tanto das telecomunicações como de navegação por satélite, como o GPS americano, o Glonass russo, o Galileu europeu e o chinês BeiDou, uma vez que se tratam de redes que necessitam de uma sincronização ao nível do nanossegundo.

Em Janeiro próximo, uma recomendação a propôr a supressão do segundo intercalar vai ser submetida a votação pela União Internacional das Telecomunicações, em Genebra. Caso seja adotada, o tempo atômico será incorporado de forma progressiva no tempo solar à razão de um minuto ao longo de 60 a 90 anos, e de uma hora em 600 anos.

 

Simulação de Missão a Marte em isolamento total se prepara para abrir a escotilha amanhã

A tripulação do experimento inédito que simula uma missão de 520 dias a Marte está em contagem regressiva para a abertura da escotilha, que acontecerá amanhã. Os seis voluntários - três russos (dois médicos e um engenheiro), um astronauta chinês e dois engenheiros da Agência Espacial Europeia (ESA), um francês e um italiano -, estão trancados desde 3 de junho do ano passado no módulo de 160 metros quadrados, localizado nos arredores de Moscou.

O objetivo da missão experimental Mars500, que custou 15 milhões de dólares, é investigar quais seriam os efeitos, para o organismo humano, de uma viagem ao planeta vermelho. A pergunta é: será que as pessoas poderiam suportar o estresse de uma viagem de mais de seis meses para Marte? Para tentar descobrir a resposta, os tripulantes sairão da cápsula e vão direto para uma bateria de exames médicos específicos.

A equipe simulou uma caminhada pela superfície do planeta vermelho em fevereiro deste ano, após 257 dias de viagem. Na ocasião, eles saíram da nave em pesados trajes espaciais e se dirigiram a uma sala coberta de areia onde colocaram bandeiras para marcar sua chegada.

Os seis voluntários não estão expostos à microgravidade (ausência de peso) ou radiação solar, mas vivem como se estivessem realmente em um vôo espacial. Eles consomem rações alimentares especiais e tomam banho de chuveiro a cada dez dias.

Pesquisa afirma que extinção da megafauna da Era do Gelo foi causada por conjunto de fatores.

As extinções em massa dos animais gigantes que viviam na Terra durante a Era do Gelo não têm apenas uma causa, mas um grande e complexo conjunto de causas, afirma um estudo que envolveu mais de 40 instituições, publicado na edição de hoje da revista Nature.

A razão do desaparecimento de grandes espécies como o mamute e o rinoceronte lanudo durante a Era do Gelo é um dos mistérios da paleontologia. Explicações diferentes foram propostas: desde as mudanças climáticas até o excesso de caça.

A pesquisa publicada agora, no entanto, afirma que nenhum desses fatores sozinhos é suficiente para explicar o tamanho da devastação, que matou um terço das espécies de mamíferos da Eurásia e dois terços da América do Norte.

Para estudar a extinção da chamada “megafauna”, os cientistas tiveram que se reunir em um “megaestudo”. O pesquisador Eske Willerslev, da Universidade de Copenhague, na Dinamarca, liderou um grupo de mais de 50 cientistas de 40 universidades no maior trabalho do tipo já realizado.

A equipe estudou os dados climáticos, o DNA das espécies e registros arqueológicos e descobriu que cada um desses dados explica uma extinção diferente.

Por exemplo, o bisão siberiano e o cavalo selvagem foram extintos provavelmente pela caça de seres humanos. No entanto, o desaparecimento do rinoceronte-lanudo e do boi-almiscarado na Eurásia não parecem ter tido a ver com a presença humana – o clima seria o único culpado ali.

E enquanto as renas não parecem ter sido afetadas nem por clima nem por ação humana, o fim dos mamutes segue um mistério a ser desvendado.

De acordo com Willerslev, o trabalho acaba com a ideia de que apenas uma coisa é responsável por cada uma das diversas extinções da megafauna.